ESPETÁCULOS

Toda a programação será exibida no canal da Semana da Dança no Youtube e na TV UFSC.
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Após a estreia os espetáculos permanecerão 06 dias em exibição.

 

VESTÍGIOS, DE MARTA SOARES (SP)
16/11 ÀS 17H
50 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 18 ANOS

Vestígios têm como ponto de partida os aspectos monumentais dos sambaquis, sítios indígenas pré-históricos encontrados no litoral do Brasil. Para a pesquisa, a performer fez imersões físicas em cemitérios indígenas pré-históricos na região de Laguna, em Santa Catarina. Ao resgatar a memória ancestral pré-colonial, a instalação coreográfica propõe uma reflexão sobre a necessidade de trazer à tona, no campo das artes e da vida, as forças de criação e de resistência que operam por meio do corpo vibrátil. O espetáculo é uma tentativa de tornar o invisível sensível, ou seja, tornar perceptíveis os aspectos simbólicos e sagrados dos sambaquis que foram perdidos no tempo. A obra foi premiada pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) na categoria Pesquisa em Dança, em 2010.

Concepção, direção e performance: Marta Soares
Desenho de som: Lívio Tragtenberg
Captação de som: Fernando Mastrocolla de Almeida
Desenho de luz: André Boll
Operação de luz: Silviane Ticher
Espaço cenográfico: Renato Bolelli Rebouças
Assistente de cenografia: Beto Guilguer
Vídeo: Leandro Lima
Fotografia do vídeo: Ding Musa
Assistente de palco: Manuel Fabrício
Cenotécnico: Valdeniro Paes
Produção: Cais Produção Cultural
Produtores: Beto de Faria e José Renato de Fonseca de Almeida

SÓ, DE DENISE STUTZ (RJ)
16/11 ÀS 20H
40 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE

Haverá um bate papo com Denise Stutz após a apresentação. O link para a sala será enviado durante a exibição da obra no Youtube.

Uma mulher  narra  um sonho  que se repete todas as noites. A partir dessa ficção Denise Stutz une no monólogo "Só" palavra e movimento para dar ritmo ao corpo . Utilizando aspectos da dança e do teatro, a artista tem como interesse  as maneiras de criar narrativas utilizando  a voz como corpo, o texto como movimento e as palavras como afeto.  "A minha  primeira ideia era refletir sobre a passagem do tempo e a velhice, só que hoje com tantas coisas vividas no país e no mundo olho para o  desaparecimento e o que foi desaparecido". diz Denise que contou com a colaboração da atriz e diretora Inez Viana. A partir da questão do desaparecimento surge uma brecha entre o espectador e a intérprete que no  teatro as fronteiras precisavam ser borradas para que a história se transformasse em outra. Na internet, no vídeo, vai ficar o encargo ao espectador a continuidade à  existência dessa narrativa ou  o seu cancelamento.

Texto direção e interprete: Denise Stutz.
Iluminação: Daniel Uryon.
Captação de imagem e edição: Rodrigo Menezes
Produção: Renata Pimenta
Músicas: Danúbio azul: Johann Straus II/Sirtaki – Míkis Theodorákis.
Trechos do video ensaio "até que voce me esqueça " : Renato  Mangolin (Filmagem)
Cena final no teatro: Luiz Guilherme Guerreiro (Filmagem)

VÍDEO-DANÇA
ECO, COM KARIN SERAFIN 
17/11 ÀS 20H
43 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 18 ANOS

ECO - O enxergar de 3 câmeras sobre o solo ECO, da performer Karin Serafin, apresentado em 29 de Maio de 2019 na 5ª Semana da Dança UFSC, dirigido por Alejandro Ahmed, Renato Turnes e reinterpretado em uma investigação cinematográfica lançada pelo grupo de pesquisa em Artes, Cinema e Tecnologia - PACT UFSC. ECO é videodança como um mosaico emergente das câmeras de João R. Peralta, Thiago R. Passos e Vivian Badofzsky sobre o corpo que investiga, que recorda, que remixa e sobre a habilidade recoreográfica do cinema sobre a dança.

Coreografia e interpretação: Karin Serafin

Direção: Alejandro Ahmed e Renato Turnes

Desenho de luz: Alejandro Ahmed e Renato Turnes

Figurino: Karin Serafin

Acessórios para microfone e corpo: Maurício Magagnin

Técnico de som: Eduardo Serafin

Direção Audiovisual: João R. Peralta e Thiago R. Passos

Operação de Câmera: João R. Peralta, Thiago R. Passos e Vivian Badofzsky

Edição de Vídeo: Thiago R. Passos

Edição de Som: João R. Peralta

Gráficos: João R. Peralta

Produção Audiovisual: Rodrigo Garcez, PACT-UFSC

Produção 5ª Semana da Dança UFSC: Secretaria de Cultura e Arte da UFSC (SeCArte) e pelo Departamento de Cultura e Eventos (DCEven), com o apoio da Biblioteca Universitária (BU), Centro de Desportos (CDS) e do Centro de Comunicação e Expressão (CCE).

ENCRUZILHADA, CIA FRAGMENTO URBANO (SP)
18/11 ÀS 20H
41 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 anos

“Encruzilhada” é fruto de um longo processo de pesquisas teóricas e corporais, criado a partir de reflexões que procuraram diluir as fronteiras entre as danças populares brasileiras e as danças do Hip Hop. “Encruzilhada” traz à tona, através de uma linguagem experimental e contemporânea, uma discussão sobre a atualidade, a ressignificação da ancestralidade, os espaços urbanos e as relações sociais que os permeiam. O resgate da memória coletiva passa também pelo resgate das memórias pessoais de cada integrante do grupo (de suas histórias pessoais e de suas famílias) e resulta numa nova consciência corporal e política, com suas infinitas possibilidades.

Cia Fragmento Urbano

Direção | Imagens | Edição: Marianna Midori, Aline Senzi
Concepção: Fragmento Urbano
Produção: Fragmento Urbano
Direção: Douglas Iesus
Elenco: Anelise Mayumi , Douglas Iesus, Juliana Sanso, Luan Afonso e Tiago Silva

DOCUMENTÁRIO
ENCRUZILHADA: AS MARCAS DE UM PROCESSO, FRAGMENTO URBANO (SP)
19/11 ÀS 20H
1H45MIN
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE

“Encruzilhada: as marcas de um processo”é o registro em imagens do processo de criação epesquisa do grupo Fragmento Urbano de dança. A dança em imagem, traz à tona, através de umalinguagem experimental e contemporânea, uma discussão sobre a atualidade, a ressignificação daancestralidade, os espaços urbanos e as relações sociais que os permeiam. Ao resgatarmanifestações populares que fazem parte de uma memória coletiva pouco celebrada, excluídas danarrativa hegemônica da História, e apresentá-las como recriações contemporâneas em zonasperiféricas, o grupo propõe um ato de resistência - do(a) negro(a), da periferia, dos grandesmestres da cultura popular e do Hip Hop pouco reconhecidos. O resgate da memória coletivapassa também pelo resgate das memórias pessoais de cada integrante do grupo (de suas históriaspessoais e de suas famílias) e resulta numa nova consciência corporal e política, com suas infinitaspossibilidades.

Cia Fragmento Urbano

Direção | Imagens | Edição: Marianna Midori, Aline Senzi
Concepção: Fragmento Urbano
Produção: Fragmento Urbano

DICTATORSHIP DEMOCRACY, OSCAR SSENYONGA (UGANDA)
20/11 ÀS 20H
30 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 ANOS

Situação atual e passada em Uganda.
A performance é sobre a situação política atual em Uganda, ao mesmo tempo em que reflete sua história e suas lideranças do passado. Observamos o clima político atual que cresce entre os jovens e a direção que eles desejam seguir para o futuro. Questionamos suas decisões, suas ações e reações para melhorar o futuro, bem como a forma como desejam liderar. A performance analisa o governo atual e interroga sua trajetória de mais de 30 anos no país. Do desenvolvimento social à democracia, em comparação com os regimes de ditadura do passado, tanto para o bem quanto para o mal, e perguntamos por quê e o quê poderia ter sido feito melhor.
O espetáculo também analisa as reações da sociedade e as interroga. Isso é o melhor que as pessoas podem fazer como pessoas? Haveria algo a mais que elas poderiam fazer enquanto sociedade governada? Qual é o caminho a seguir, já que elas tiveram chance de transformar a situação? Por fim, tentamos refletir sobre o futuro da governança do país e de seus governados. Como é o futuro? Quem nós vemos ocupando as posições de liderança e onde vemos nossos líderes anteriores nesse cenário, à medida que construímos o futuro de Uganda como povo deste país?

Coreografia: Ssenyonga Oscar 

Bailarinos:  

Basara Silver 
Joseph Kanyenje 
Rajiv Marur 
Nadine mile 
Denies Plassard 
Oscar Ssenyonga

PERFORMANCE AO VIVO
CO-INCIDÊNCIAS, ONDE OS ENCONTROS SÃO POSSÍVEIS
21/11 ÀS 18H
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE

Mostra em tempo real do processo realizado na imersão artística Co-incidências: onde os encontros são possíveis, ministrada por Diana Gilardenghi, Hedra Rockenbach e Paloma Bianchi.
Quais são as outras possibilidades e modos de dança que emergem quando o corpo se dispõe a habitar o entorno?

Ministrante: Diana Gilardenghi
Edição e composição ao vivo: Hedra Rockenbach
Dramaturgista: Paloma Bianchi
Dançarinos: participantes da imersão artística

PERFORMANCE AO VIVO
CORPO EM RISCO
22/11 ÀS 18H
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE

Espetáculo ao vivo resultante da imersão Corpo em Risco com Rubens Oliveira.
O Corpo em Risco lança chamado: Qual o lugar do seu corpo na cidade? Quais riscos estão no seu corpo? Como enfrentá-los ou acessá-los? Que cidade está nos meus movimentos?

Direção artística, musical e coreográfica: Rubens Oliveira
Bailarinos: participantes da imersão artística.

 

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